CARGA LETIVA
420 horasCALENDARIZAÇÃO
Início: 24 de maio de 2013Fim: maio de 2014
HORÁRIO
Pós-laboral: sextas: 19 às 23 horas; sábados: 10 às 14 e 15 às 19 horas (exceto agosto).INVESTIMENTO
| Taxa de candidatura: | € 25,00 (consultar Condições Especiais) |
| Taxa de inscrição: | € 100,00 |
| Propina: | € 320,50 x 12 mensalidades |
| Pronto pagamento: | redução de 4% |
| valores isentos de IVA |
CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
O pagamento deverá ser efetuado antes do início do curso, de acordo com as condições de pagamento definidas.CONDIÇÕES ESPECIAIS
Fotógrafos inscritos em associações profissionais de fotografia nacionais ou internacionais (que comprovem inscrição válida e actualizada), formadores e ex-formandos da AdC, sócios da AND, clientes LFMPRO / Dreambooks / CITYLAB, estão isentos da taxa de candidatura.VAGAS
16ELEMENTOS DA CANDIDATURA
- Cartão de Cidadão (ou fotocópia)
- Fotografia atual e a cores (tipo passe)
- Certificado de habilitações (apresentar original ou fotocópia autenticada)
- 'Curriculum Vitae' impresso ou suporte digital (resumido, preferencialmente Europass-CV)
- Portefólio, máx. 20 imagens/projetos (opcional)
- Carta de intenção (motivação; expectativa; objetivo pessoal/profissional) (opcional)
- Carta de recomendação (opcional)
- Boletim de candidatura e aptidões tecnológicas (a preencher na AdC)
- Taxa de candidatura (cheque ou transferência bancária: NIB — 0007.0415.0011.3800.0062.7)
PERFIL DO CANDIDATO
Serão admitidos preferencialmente candidatos detentores de uma graduação de nível superior ou com conhecimentos/experiência relevantes em Fotografia. Além destes, poderão ser admitidos candidatos que não possuam essa habilitação, desde que o seu percurso profissional assim o justifique.PRÉ-REQUISITOS
- Conhecimentos básicos de fotografia, nomeadamente: controle de câmara fotográfica, manuseamento de flash, iluminação, etc.
- Conhecimentos básicos do programa Photoshop e dos sistemas operativos Windows e Mac OS
- Para um bom acompanhamento e aproveitamento das aulas práticas e/ou mais tecnológicas (principalmente com os programas Acrobat e Photoshop) a AdC recomenda algumas das formações avançadas previstas periodicamente na sua oferta formativa (consultar o DFE_AdC)
- A AdC disponibiliza, aos formandos interessados, a possibilidade de aumentar a carga horária dos módulos tecnológicos e práticos do curso
PROCESSO DE CANDIDATURA (ÚLTIMA FASE)
Pré-candidatura: online (gratuita)Candidatura: presencial ou, na impossibilidade, contactando a AdC
OBJETIVOS
- Proporcionar formação especializada e tecnologicamente avançada a profissionais, professores e investigadores na área da Fotografia
- Aprofundar e desenvolver conhecimentos teóricos e capacidades tecnológicas, nomeadamente na área do Audiovisual
- Habilitar os formandos à utilização de metodologias adequadas ao desenvolvimento dos seus projetos artísticos e/ou profissionais
- Promover a investigação, a inovação e a autoaprendizagem como instrumentos para a progressão intelectual e profissional
- Reconhecer competências científico-profissionais para uma eventual transição para cursos de 2.º ciclo ou 3.º ciclo
JUSTIFICAÇÃO
- Consolidação da Fotografia em Portugal, como disciplina fundamental no campo da comunicação audiovisual;
- Valorização do conhecimento da disciplina e da prática profissional na Península Ibérica, de forma a equilibrar a tradição anglo-saxónica;
- Promoção de rede ibero-americana de investigação científica e tecnológica em Fotografia, através do instituto ibérico de Design (iiD).
UNIDADES CURRICULARES | FORMADORES | HORAS | CV | |
SESSÃO INAUGURAL [8] | ||||
| Funcionamento e programação do curso | Direção do curso | 02 | ||
| ler + A Arte Fotográfica A Arte Fotográfica ‘A fotografia permanecerá sempre subjetiva, irremediavelmente; não apenas por razões técnicas ou metafísicas, mas pela razão mais simples, evidente e radical — uma fotografia é sempre obra de alguém.’ ‘Para se pensar a arte, a fotografia é um campo de aplicação privilegiado. Ao passo que a pintura, por exemplo, se encontra doravante isenta de tudo o que aí se quis indevidamente misturar (religião, moral, política, expressão pessoal, etc.), a produção fotográfica está ainda sujeita a utilizações (moda, publicidade, etc.) que oferecem ao teórico a oportunidade para saber distinguir o que nisso releva da estética. Esse discernimento torna-se a pedra de toque para provar a autenticidade desta forma de juízo. O alcoól (CN 2 CH 2 OH) pode colocar problemas ao médico, ao moralista, ao sociólogo, mas esse problema não preocupa o químico, que estuda o alcool no que ele é em si mesmo. Para aquele que perspetiva o seu pensamento pelo olhar, a fotografia oferece um domínio privilegiado do visual, que vai da luz à matéria. Em relação às outras artes, a fotografia torna as coisas quer mais claras quer mais tangíveis. A luz é a sua razão e o elemento em que ela circula e se desdobra, em contraponto com a sombra, uma e outra tornando-se visíveis. mas tal como a luz, revela por si mesma as texturas mais finas da matéria, o seu ponto, o seu grão, com uma precisão e uma sensualidade que nenhuma outra arte pode oferecer.’ Jean-Claude Lemagny (Porto, 2004) | ler + Jean-Claude Lemagny (FR) Jean-Claude Lemagny Paris, 1931 Crítico e especialista em fotografia contemporânea, professor e historiador. Foi conservador-geral do Departamento de Gravura e Fotografia da Bibliothèque nationale de France (Paris), onde criou uma galeria de fotografia e comissariou numerosas exposições. Autor de vários livros e ensaios, dos quais se destacam: La photographie créative (1984) e L’Ombre et le temps. Essais sur la photographie comme art (1992). www.enba-lyon.fr/conferences/fiche.php?a=07&id=263 | 02 | E | |
LUZ E ÓTICA [48] | ||||
| ler + Luz, Cor e Fotografia Luz, Cor e Fotografia Nesta unidade curricular, estudar-se-ão os fundamentos físicos dos fenómenos luminosos que são importante para a fotografia, bem como os conceitos básicos associados à formação e qualidade da imagem fotográfica. Abordar-se-ão ainda os fenómenos básicos associados com a produção e o controlo da cor e os conceitos gerais ligados ao registo fotográfico. Em posse dos conhecimentos oferecidos neste módulo, o fotógrafo poderá experimentar e inovar com maior segurança e previsibilidade tendo em vista objetivos de natureza técnica ou artística. | ler + Luís Miguel Bernardo (PT) Luís Miguel Bernardo Seixo de Ansiães (Bragança), 1948 Físico e professor-investigador. Professor catedrático do Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Doutor em Física (Ótica) pela Universidade Estatal de Virginia (1983) e Agregado na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (1998). Mestre em Física na Universidade Estatal de Virginia nos Estados Unidos da America (1981). Licenciado em Engenharia Eletrotécnica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (1973). Realizou nos últimos 30 anos investigação científica em processamento ótico, holografia e ótica não linear e ultrarrápida. Fazem parte dos seus interesses a história da ciência e a divulgação científica. Em 2009 publicou a obra, em 3 volumes, Histórias da Luz e das Cores (UP.Editorial, Porto). editorial.up.pt/autores/show/36 | 20 | C | |
| ler + Ótica e Tecnologia da Objetiva Ótica e Tecnologia da Objetiva Desde que Niepce y Daguerre pidieron ayuda al óptico más importante de París, Vincent Chevalier, para que les diseñase un buen objetivo para sus cámaras fotográficas, la búsqueda de la perfección máxima en algo que debiera ser ‘objetivo’ en la representación de la realidad, no ha cesado. Hoy en día, con los captores digitales, mucho menos tolerantes que la película con las faltas de los objetivos, el desarrollo de nuevas ópticas se ha hecho aún más importante. Vidrio óptico, cristales, fabricación de lentes, revestimientos. Diseño de objetivos: de lo histórico al futuro. Rendimiento de los objetivos. Interrelación con las estructuras de la película y la de los captadores. Motores de enfoque y calidad de imagen. Métodos de prueba: industriales, científicos y personales. Marcas principales frente a fabricantes independientes. Desearía discutir con los formandos en el curso los últimos avances en óptica y cómo la tecnología informática, a través del firmware de la cámara, condiciona esos avances ópticos, así como las distintas actitudes de las marcas frente a estas nuevas oportunidades. Apoios: Canon; Nikon | ler + Valentín Sama (ES) Valentín Sama López-Aranda Madrid, 1946 Fotógrafo, especialista em ótica e professor. Licenciado en Óptica por la Universidad Complutense de Madrid. Su experiencia en el medio fotográfico se inicia en 1953, profesionalizándose a partir de 1976, actividad que mantiene, en menor medida en la actualidad, habiéndose especializado en la fotografía industrial. Ha sido colaborador de la revista Foto Profesional durante los años más brillantes de la publicación, así como socio fundador y editor técnico (test manager) de la revista impresa FV (Madrid), desde su creación, en 1988 hasta 2007. Profesor de Fotografía en la Facultad de Bellas-Artes de la Universidad Complutense de Madrid, así como de la EFTI/Escuela de Fotografía y Centro de Imagen, Madrid. Realiza reputadas pruebas técnicas de producto para distintos medios desde 1982, así como pruebas ‘beta’, informes de consultoría y cursos de formación para distintas firmas del sector fotográfico. Así mismo, realiza comisariados de exposiciones. Valentin Sama ha formado parte del Grupo de Trabajo de la Familia Profesional de Imagen y Sonido para el Instituto Nacional de las Cualificaciones (INCUAL), del Ministerio de Educación y Ciencia así como del Grupo de Trabajo del MEPSYD para la elaboración de los Títulos de Formación Profesional Inicial del Sistema Educativo dentro del área de Imagen y Sonido. Experto en historia de los materiales fotográficos, es miembro del Photographic Collectors Club of Great Britain (PCCGB), del Exakta Circle y del Internet Directory of Camera Collectors (IDCC). Traductor especializado en fotografía del alemán, inglés, francés, y holandés al español. Expone regularmente su obra fotográfica propia (desde 1978). Actualmente, es socio único de Albedo Media SL, sociedad dedicada a servicios fotográficos. www.valentinsama.blogspot.com | 16 | E | |
| ler + Fotometria Aplicada Fotometria Aplicada A medição da luz visível, tal como ela é percebida pelo olho humano, é o ponto de partida para a captação de uma imagem fotográfica. A fotometria estuda a medição das grandezas relativas à emissão, receção e absorção da luz. Nesta unidade curricular será abordado um conjunto de técnicas e métodos para medir a luz de diferentes fontes e o seu controlo para a produção de diferentes efeitos de iluminação com resultados precisos e rigorosos. | ler + Ivo Guimarães (PT) Ivo Maciel Carvalho Guimarães Porto, 1978 Fotógrafo e professor. Mestre em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro (2009). Licenciado em Arte e Comunicação (Fotografia) pela Escola Superior Artística do Porto (2003). Docente do Departamento de Fotografia da Escola Superior Artística do Porto (desde 2001). Formador de fotografia na Alquimia da Cor, Porto (desde 2001). Participou em várias exposições individuais e coletivas de fotografia. Especializado em fotografia digital (captação e edição), desenvolve atividade profissional na área para empresas como: Atlantis; Bordallo Pinheiro; Sonae; Vista Alegre. ivoguimaraes.com | 12 | M | |
HISTÓRIA E TEORIA [100] | ||||
| ler + Antropologia do Olhar Antropologia do Olhar Esta unidad curricular pretende exponer los conceptos generales de la comunicación humana, poniendo especial énfasis en los mecanismos de la construcción del sujeto comunicativo y, más concretamente, en los procesos de la visión del ‘mundo’ y del ‘otro’. Atendiendo a las peculiaridades de la presente edición del seminario, se pondrá el acento en los procesos comunicativos basados en la mirada humana. | ler + Jaume Mascaró (ES) Jaume Mascaró Pons Ciutadella de Menorca (Islas Baleares), 1942 Antropólogo, filósofo, escritor e professor. Se doctoró en la Universidad de Barcelona, con una tesis sobre ‘Conducta y comunicación no verbal’, que obtuvo el Premio Extraordinario de Doctorado. Estudió Filosofía y Letras en la Universidad de Barcelona, en la que se graduó en Filosofía. Desde 1970, ha desarrollado su vida académica en la Universidad de Barcelona, primero como Profesor Ayudante, luego como Adjunto y finalmente como Professor Titular en el Departamento de Historia de la Filosofía, Estética y Filosofía de la Cultura. En 2008 se jubiló de su actividad docente, manteniendo la vinculación con el Departamento y la Universidad de Barcelona como Profesor Emérito. En la actualidad es Secretario del Claustro de Doctores de la Universidad de Barcelona, desde su creación (1996). Autor de nombrosos treballs, alguns relacionats amb temes folklòrics i etnogràfics de Menorca. Recibió el premio honorífico Taula d'Or del premi Maria Lluïsa Serra, del Consell Insular de Menorca, por su contribución a la defensa del patrimonio intangible de la isla de Menorca (2007). Durante más de 20 años, impartió regularmente la asignatura de Filosofía de la Cultura y cursos de doctorado, tanto en la Facultad de Filosofía de da Universidad Barcelona, como en otras universidades españolas. En los últimos 10 años ha colaborado con el Institut del Teatre de Barcelona, donde impartió cursos de Antropologia i Sociologia del Teatre, Cultura i Mites y participó en el programa de Doctorado en Artes Escènicas, con cursos como Fonaments per a una Teoria de la Representació y Teatralitat i ritual. Desde 1992 a 2005, fue director del curso de Postgrado en Técnicas Editoriales. Durante 10 anos dirigió la colección de ‘Filosofía’ de la Editorial Anthropos. En la actualidad coordina la elaboración de los volúmenes de la Enciclopèdia de Menorca. Antropologia. Es miembro, desde su fundación, del Institut Català d’Antropologia (ICA), de la Societat Catalana de Filosofía (filial del IEC) i de la Societat d’Onomàstica. També es miembro fundador del Institut Menorquí d’Estudis (IME). En 2010 fue elegido Presidente del Consejo Científico. Ha sido miembro de la Comisión Asesora de Cultura Popular, de la Generalitat de Catalunya y en la actualidad forma parte de la Comisión Asesora de Cultura Popular del Consell Insular de Menorca, en representación del IME. | 08 | D | |
| ler + História da Fotografia Mundial História da Fotografia Mundial A fotografia tem uma história longa, com cerca de duzentos anos. Nesta unidade curricular será feita uma abordagem genérica e panorâmica à história mundial da fotografia, desde os seus inícios até meados do século XX. A exposição teórica será complementada e ilustrada com a projeção de imagens significativas e icónicas. Simultaneamente será feita uma abordagem à história da fotografia portuguesa no século XIX, em Portugal, nomeadamente, no Porto. | ler + Manuel Magalhães (PT) Manuel José Nascimento Magalhães Porto, 1945 Fotógrafo e arquiteto. Licenciado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1976). Dedica-se à fotografia e à investigação da sua história, nomeadamente no que se refere a Portugal e ao Porto (desde 1970). Fez parte do Grupo IF/Ideia e Forma (1977–1984). Foi cofundador da Imago Lucis Fotogaleria, no Porto (1989). Expõe regularmente o seu trabalho tanto em Portugal como no estrangeiro (desde 1980). A sua obra está representada em diversas publicações e coleções, principalmente: China, Itália, França e Portugal. ‘As fotografias de Manuel Magalhães, que parecem encontrar a sua linhagem nos fotógrafos modernistas americanos como Weston ou Ansel Adams, recusam, no entanto, o seu imperativo blakeano de purificação dos sentidos (Susan Sontag), o seu formalismo estetizante ou a noção do estatuto mítico da arte como intérprete do inexprimível. Enquanto em Ansel Adams a natureza se transforma numa catedral e a maioria das suas imagens perdem qualquer noção da escala do homem, as fotografias de Manuel Magalhães assumem decididamente a dimensão humana. E a prová-lo está o modo como utiliza a luz, que nunca é direta, forte ou marcante, mas antes captada de um modo subtil e reservado, pontuando vastas zonas de sombra. (…) As fotografias de Manuel Magalhães, evitando as nostalgias edénicas e as exaltações animistas, são antes a visão depurada de um mundo que o silêncio caracteriza, lugares agora momentâneos, efémeros, pois a ‘civilização’ vem sempre já aí.’ José Afonso Furtado (Lisboa, 1995) mmagalhaesfotografia.blogspot.com | 16 | E | |
| ler + Compreensão do Espaço Icónico Compreensão do Espaço Icónico La aparición de la fotografía es a la vez continuidad y ruptura con lo anterior; La fotografía no sólo reproduce el mundo, también lo representa; La fotografía es expresión del imaginario colectivo, pero también lo configura; La vocación realista de la fotografía; El doble caracter de lo fotográfico. Transparencia y opacidad; Lenguaje verbal, ‘lenguaje’ de la imagen; Case Study: historia de la convergencia de las verticales. | ler + Manolo Laguillo (ES) Manuel María Laguillo Menéndez Madrid, 1953 Fotógrafo, filósofo e professor. Catedrático em Fotografia (1996), doutor em Belas-Artes (1987) e licenciado em Filosofia e Letras (1975), pela Universidade de Barcelona. Entre 1986 e 1992, foi professor convidado de fotografia na Hochschule für Bildende Künste (Escola Superior de Artes Plásticas) de Braunschweig, Alemanha. Publicou, entre outros, os livros: El Sistema de Zonas. Control del tono fotográfico (1988), ¿Por qué fotografiar? Escritos de circunstancias 1982–1994 (1995), El Gran Formato. La cámara descentrable y la gestión del espacio (1999) e Fotometría. El control de la exposición (1999). Desde o início da sua carreira (1976) até hoje, realizou mais de quarenta exposições individuais e participou em mais de sessenta coletivas, das quais se destacam: Open Spain (1992, Museum of Contemporary Photography, Chicago; Jardín Botánico, Madrid), Cuatro Direcciones (1991, Centro de Arte Reina Sofía, Madrid) e Barcelona, 1978-1997 (2007, MACBA/Museu d’Art Contemporani de Barcelona. No PHE/PHotoEspaña 2002 comissariou a exposição La condición femenina. A sua obra faz parte de inúmeras coleções públicas e privadas. www.manololaguillo.com | 08 | C | |
| ler + História da Fotografia em Portugal História da Fotografia em Portugal Nesta unidade curricular apresenta-se de forma sucinta o aparecimento da ‘invenção’ da fotografia e a sua repercussão em Portugal, abordando-se, igualmente, a evolução da fotografia em Portugal desde o aparecimento dos primeiros fotógrafos até à atualidade. Deste modo, desenvolve-se de forma sumária uma visão geral do panorama fotográfico português desde o século XIX até à contemporaneidade. | ler + Fátima Marques Pereira (PT) Maria de Fátima de Sá Guerra Marques Pereira Lisboa, 1964 Historiadora e professora. Doutoranda em História (Fotografia) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Mestre em História Contemporânea (Fotografia) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2002). Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1991). Exerceu o alto cargo de dirigente na administração pública, nomeada subdiretora da Direção-Geral das Artes do Ministério da Cultura, atual Secretaria de Estado da Cultura (2010–11), tendo sido responsável pelas áreas da arte contemporânea, da arquitetura e do design, nomeadamente das Bienais de Arte e Arquitetura de Veneza e São Paulo. Docente no ensino universitário e politécnico nas áreas da História da Fotografia e da Arte e Cultura Contemporâneas. Orientadora de teses de mestrado em fotografia. Autora de artigos nas áreas da fotografia, da gestão cultural e das artes. Membro de júris de concursos de fotografia e de arte contemporânea. Participou na conceção e produção de projetos culturais e artísticos. | 12 | D | |
| ler + Narrativa Fotográfica e Cultura Digital Narrativa Fotográfica e Cultura Digital Esta unidad curricular pretende unir en un solo plano aquello que es fundamentalmente en la argumentación de un discurso con la capacidad de creación que ofrece la tecnología no analógica. El plano fotográfico analógico es estable y estático. Encuadrado en un espacio delimitado por un exterior a la propia propuesta formal. Ese espacio, lleno o vacio, tiene la misión de provocar al espectador una sensación que debe ser entendida y asimilada mediante recursos lingüísticos. Sucede algo parecido en los procesos digitales, el resultado formal permite una acción cognitiva como la expuesta, pero con la diferencia que lo presentado es un interface. | ler + Enric Tormo (ES) Enric Tormo Ballester Barcelona, 1953 Designer-filósofo, historiador e professor. Catedrático em Tecnologia do Design pela Universidade de Barcelona (2001). Doutor em História pela Universidade Autónoma de Barcelona (1987). Licenciado em Filosofia e Letras pela Universidade Autónoma de Barcelona (1983). Bacharelato em Artes Aplicadas e Ofícios Artísticos (nas especialidades: Desenho Publicitário e Restauro do Livro) pela Escola d’Artes Aplicadas e Oficios Artísticos de Barcelona ‘Llotja’. Diretor do Departamento de Design e Imagem da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (1994–1999). Coordenador do Programa de Doutoramento As revoluções tipográficas do Departamento de Design e Imagem da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (1995–2005). Diretor do Master em Design e Produção Gráfica/Intermédia (desde 2003) e do Master Bolonha em Tipografia: disciplina e usos (desde 2008), ambos da Universidade de Barcelona. Diretor de inúmeras teses e membro de júris de mestrado e doutoramento, nomeadamente: Alicante, Barcelona, Bilbao, Castelo Branco, Coimbra, Guimarães, Lisboa, Madrid, Porto, Valencia, Viana do Castelo e Vigo. ‘De formación pluridisciplinar en la actualidad es catedrático de la Universidad de Barcelona. Sus intereses embarcan los más diversos campos, pero desde hace unas décadas ha tendido a formarse en los entornos instrumentales y tecnológicos. Considera que sólo gracias a ellos el hombre ha tenido la posibilidad de crear una artificialidad que lo define como humano. También destaca por su conocimiento y concepción del entorno de la ‘letra’, como sustento formal de la capacidad comunicativa. Así, los aspectos históricos, las técnicas caligráficas y tipográficas, son algunos de los campos docentes en los que se mueve.’ | 16 | C | |
| ler + Estética e Fotografia Estética e Fotografia Reflexão filosófica ou método de classificação do gosto e do impacto, a Estética surge, como a Fotografia surgirá, no rescaldo do enciclopedismo do movimento iluminista. Nenhuma arte ‘de cima’ ou ‘de baixo’, maior ou menor escapa à hierarquização que também estratifica a sociedade, a produção e a receção do Belo, a sensibilidade e a perceção. O ‘olhar estético’ exige aprendizagem, é temporal e, naturalmente, datado; consciente ou inconscientemente, produtores e recetores revelam um quadro de sensibilidade e entendimento que periodicamente se organiza em torno da perceção filosófica dominante que requalifica a perceção do mundo, do belo e da verdade. | ler + Maria do Carmo Serén (PT) Maria do Carmo Serén Viana Porto, 1938 Historiadora, investigadora e teórica da fotografia. Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Investigadora do CITCEM (Universidade do Porto). Foi jornalista do Comércio do Porto (no início dos anos 70), do O Primeiro de janeiro (1989-1992), e colaborou na rubrica de fotografia da revista Ideiasfixas. Foi professora de teoria fotográfica em cursos do ensino superior, nomeadamente no Curso Superior de Fotografia Árvore, Porto (disciplinas de Estética, História das Mentalidades e Introdução às Ciências Sociais). Tem efetuado diversas conferências de temáticas históricas, história da fotografia e análise fotográfica, e cursos de fotografia, desenvolvidos para: Câmara Municipal de Matosinhos, Centro Português de Fotografia, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fundação de Serralves, Instituto Politécnico do Porto e Universidade Católica Portuguesa. Participa frequentemente em colóquios, encontros, congressos e júris de fotografia, tendo publicado textos, nomeadamente sobre análise fotográfica, em revistas, antologias, ou dicionários de especialidade, no país, em Brasil, Espanha, França, Grã-Bretanha e EUA. Escreveu inúmeros textos para álbuns fotográficos, singulares ou coletivos, nomeadamente para/sobre os fotógrafos: Alberto Picco, Aníbal Lemos, António Júlio Duarte, Aurélio da Paz dos Reis, Bernard Plossu, Carlos Calvet, Eduardo Lopes, Fernando Lemos, João Leal, Jorge Henriques, José Afonso Furtado, José Barrias, Manuel Magalhães, Manuel Valente Alves, Miguel Rio Branco, Thomaz Farkas e Virgílio Ferreira. Tem publicadas diversas obras de temas históricos e obras de história e ensaio fotográfico, tais como: Murmúrios do tempo (1997), Manual do cidadão Aurélio da Paz dos Reis (1998), O Porto e os seus fotógrafos (2001) e Metáforas do sentir fotográfico (2002). Foi diretora da revista Ersatz do Centro Português de Fotografia, e, enquanto Direção-Geral, (1997–2007), coordenadora do Departamento de Formação e Comunicação deste organismo. | 08 | E | |
| ler + Matrizes, Suportes e Processos. Contratipo Fotográfico Matrizes, Suportes e Processo de obtenção de um contratipo fotográfico Definiciones terminológicas (negativo, contratipo, positivo); estructura de una fotografía (copias fotográficas con una capa, con dos y con tres capas). Papeles de ennegrecimiento directo/POP (printing out paper) y papeles de ennegrecimiento por revelado/DOP (developing out paper). Matrices: la técnica y tecnología foto-química, fundamentos y principios; hibridación foto-química/digital; negativos: material sensible; curva características; películas fotográficas de tono continuo (pancromáticas); contratipos: películas foto-químicas para artes gráficas de línea Lith (ortocromáticas). Filmes transparentes digitales (impresión pigmentaria digital y sus curvas de linearización). Soportes: la técnica y tecnología foto-química, fundamentos y principios; impresión digital; procesos históricos y alternativos (soportes definitivos de papel y soportes temporales de plástificados); proceso tradicional de gelatina de plata (soporte de fibra baritada y soporte de plásticos); vínculos fundamentales que asocian las técnicas históricas (artesanales) con las técnicas convencionales (industriales); soportes Fine-Art para impresión pigmentaria digital. Parte práctica: proceso de obtención de un contratipo fotográfico; descripción de distintas técnicas para la obtención de los contratipos foto-químicos (contratipo directo y contratipo en dos etapas); realización de un contratipo digital (RAW, escáner, positivado con Photoshop, impresión pigmentaria, sensibilidad espectral del procedimiento alternativo de positivado, etc.) | ler + Carlos Barrantes (ES) Carlos Barrantes Gil Madrid, 1960 Tirador fotográfico e fotógrafo. En 1993, crea su taller fotográfico artesanal especializado inicialmente en Platinotipia y otros procesos históricos y alternativos fotoquímicos (papel salado y albúmina, carbón, cianotipia, goma bicromatada, Vandyke y transferencias Polaroid) a los que ha añadido el proceso pigmentario digital Giclée/Digigraphie en B/N y en color. Primero lo instala en Palma de Mallorca (España), en 2006 lo traslada al sur de Francia, en Saint-Estève (junto a Perpignan). Realiza este trabajo para fotógrafos, artistas plásticos e instituciones de España, Francia o América Latina. En 2005, comienza su proyecto de investigación Orígenes de la impresión fotográfica. Procesos históricos de positivado. Tiraje de copia. Facsímil en colaboración y con financiación del Fondo Fotográfico Universidad de Navarra. Paralelamente a esta actividad imparte talleres fotográficos, en diferentes Universidades y Instituciones (École Nationale Supérieure Louis Lumière, París, Francia; École Nationale Supérieure de la Photographie, Arles, Francia; Institut National du Patrimoine, Paris, France; Universidad de Navarra, Pamplona, España; Universidad de La Laguna, Tenerife, España; Fundació P. y J. Miró a Mallorca, España; Centre d’Art Bozart, Abiyán, Costa de Marfil; entre otros). Asimismo desarrolla su propia obra fotográfica, estructurada en series Movimiento, Sorpresa, Territorio Chillida, Más allá del horizonte, Yo soy, Un día partimos, se ha expuesto en España y en diversos países europeos (Fundació Miró a Mallorca; PARIS PHOTO 2002 et 2004, París; World Trade Center, Bremen; Instituto Cervantes, Moscú, entre otros) y forma parte de diferentes colecciones tanto públicas como privadas (Bibliothèque nationale de France, París; Musée Carnavalet, París; Colección Ordóñez-Falcón, San Sebastián; Colección Rafael Tous, Barcelona; Centro Andaluz de la Fotografía, Junta de Andalucía; Fundació P. y J. Miró a Mallorca; etc). www.carlosbarrantes.com | 08 | E | |
| ler + Fotocolagem e Fotomontagem Fotocolagem e Fotomontagem A fotocolagem e a fotomontagem constituem duas das técnicas de expressão plástica mais utilizadas pelas vanguardas artísticas desde o século XX, com especial destaque para o movimento Dada, o Construtivismo Russo, o Surrealismo e, nos anos 50, a Pop Art. Tal como os nomes indicam, trata-se de associação de imagens, obtida no todo ou em parte, com fotografias da qual resulta uma nova entidade formal que permite novas leituras. A imagem produzida, por justaposição ou conjugação, pode ser aplicada sobre papel, cartão ou tela, ou outro tipo de suporte assim como incluir técnicas como o desenho ou a pintura. Na generalidade, e devido à sua versatilidade, estas imagens, podem facilmente ser reproduzidas e divulgadas por meio de impressão mecânica tornando-as em instrumentos poderosos se atendermos que o seu estatuto inicial se norteava pela atitude de crítica social e política, sem descurar o humor. Estas são algumas das características que regem a fotocolagem e a fotomontagem. Mas estas, estarão sempre vincadas pela anarquia visual herdada dos princípios estéticos dos futuristas, dos dadaístas e dos surrealistas. | ler + Armando Afonso (PT) Armando Jorge Brás Branquinho Afonso Torre de Moncorvo (Bragança), 1964 Fotógrafo, artista plástico e formador. Doutorando em Belas-Artes (Desenho) na Faculdade de Belas-Artes San Carlos da Universidade Politécnica de Valencia. Diploma de Especialista Universitário e Suficiência Investigadora pela Faculdade de Belas-Artes San Carlos da Universidade Politécnica de Valencia (2009). Mestre em Ciências da Comunicação (Tecnologias da Comunicação) pela Universidade Fernando Pessoa, Porto (2007). Master em Design e Produção Gráfica pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (2005). Licenciado em Ensino de Trabalhos Manuais pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (1992). Docente do ensino básico na área de Artes e Expressões (Educação Visual e Educação Visual e Tecnológica). Formador vitalício nas áreas e domínios de Ciências da Comunicação, Didáticas Específicas (Expressões, Ensino Artístico e Educação Visual) e Tecnologias Educativas (Meios Audiovisuais). Ultimamente (desde 2003) tem vindo a desenvolver atividade científica e artística no campo da Collage. | 08 | M | |
| ler + Âmbitos semi-públicos e semi-privados. Indivíduo. Corpo. Âmbitos semi-públicos e semi-privados. Indivíduo. Corpo. Esta unidad curricular versará sobre la obra personal del autor y sobre la, a su juicio, íntima y muy importante relación que se da (o se debería dar) entre las ideas de fotografía (por un lado) y de existencia (por otro) (nos referimos a la idea de existencia personal, a la propia existencia de uno). Una relación a la que, en una gran mayoría de casos, no se le concede el grado de atención y protagonismo que se merece dado que los fotógrafos suelen estar más preocupados por registrar lo que acontece en el mundo exterior que hay delante de sus cámaras que en ofrecernos lo que hay detrás de ellas. Con esta unidad curricular se desea plantear la idea de que, como creadores, como autores, también el núcleo central de nuestro interés fotográfico —paradójicamente puede estar en la recámara, en el rico mundo (existencial) que se desarrolla detrás del aparato. | ler + Jesús Micó (ES) Jesús Micó Palero Cádiz, 1962 Fotógrafo, artista plástico, crítico e professor. Licenciado en Medicina por la Universidad de Cádiz, ha realizado los cursos de doctorado en la Faculdad de Bellas Artes de la Universidad de Barcelona, donde ha obtenido el certificado de suficiencia investigadora y próximamente va a defender su tesis doctoral (teoría semiótica de la imagen fotográfica). Es especialista en cursos sobre fotografía, cuerpo y políticas de identidad, impartiendo seminarios sobre este tema en múltiples ciudades españolas. Así mismo ha realizado múltiples ciclos de conferencias y seminarios sobre otros ámbitos y autores de la teoría y la historia de la fotografía. Vive en Barcelona desde hace una década y se dedica a la creación, la gestión, la investigación y la docencia de la fotografía. Imparte clases y conferencias sobre teoría, historia y estética de la fotografía en diferentes universidades públicas, centros de arte, festivales y escuelas privadas españolas. Profesor de los graduados universitarios de fotografía de la Universitat Politècnica de Catalunya (1995–2005) y de la Escola IDEP (Universitat Abat Oliba CEU) de Barcelona (desde 2008). Comisaría exposiciones, estando especializado en la promoción de autores noveles (es responsable de programación de la KURSALA, la sala de fotografía contemporánea de la Universidad de Cádiz). Fue nombrado comisario de la exposición internacional Talent Latent 2010 organizada por la Generalitat de Catalunya para la promoción de autores noveles en el seno del festival SCAN–Tarragona 2010. Ha sido invitado al comité de selección de la XI edición del festival Fotonoviembre. También ha sido invitado del Festival Emergent Lleida 2011 (Octubre 2011). Así mismo ha escrito múltiples artículos de crítica y opinión sobre el medio fotográfico para revistas, catálogos y libros de arte y fotografía. Su obra artística se ha presentado en múltiples salas y galerías. Desde el año 2006 imparte clases en el máster especializado de la prestigiosa escuela EFTI de Madrid. www.jesusmico.com | 08 | D | |
| ler + Química na Fotografia Química na Fotografia A química na fotografia: enquadramento histórico e evolução até à atualidade (impressão fotográfica digital). Identificar as diferentes químicas fotográficas (química convencional e química cromogónia). Conhecimento dos produtos químicos mais importantes e o seu manuseamento em segurança. Sinais de perigo e regras de laboratório/câmara escura (higiene e segurança). | ler + Armando Silva (PT) Armando João Duarte da Silva Braga, 1979 Mestre em Química pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto(2010). Licenciado em Química pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (2008). Dedicou-se à investigação da química das nanopartículas. Certificado de Formação Pedagógica Inicial de Formadores. | 08 | M | |
PROJETO FINAL [20] | ||||
| ler + Portefólio individual Portefólio individual Apoios: Dreambooks; Dreambooks Pro | ler + Antero Ferreira (PT) Joaquim Antero Magalhães Ferreira Porto, 1963 Designer, professor-investigador e bibliófilo. Doutor em Belas-Artes (Design) e Menção de Doutor Europeu pela Universidade de Barcelona (2003). Licenciado em Design de Comunicação pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1989). Desenvolve atividade artística e profissional desde 1983; especializado em identidade corporativa e tipografia. Docente da Subunidade Orgânica de Design da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (desde 1989). Fundou, no Porto, o ateliê Antero Ferreira Design (1991) e foi cofundador da Alquimia da Cor Produções Digitais (1995) na qual desempenha a função de sócio-gerente e diretor artístico. Professor visitante em diversas instituições, nomeadamente: Nova Scotia College of Art and Design (Canadá), Universidade de Barcelona e Universidade Politécnica de Valencia (Espanha). Presidente do Conselho Técnico e Deontológico da AND/Associação Nacional de Designers (desde 2005). Como designer colaborou com diversos fotógrafos, entre os quais: Aníbal Lemos, Cassiano Ferraz, Cláudio Capone, Graça Sarsfield, Ivo Guimarães, José Luís Dias, Manuel Magalhães, Oscar Almeida e Virgílio Ferreira. www.anteroferreiradesign.pt | 20 | D | |
CRIAÇÃO E PRODUÇÃO [152] | ||||
| ler + Composição de Imagem Composição de Imagem Punto de vista y encuadre; Campo/Contracampo; Distancia cámara — escena y gestión de la perspectiva; Geometría de la escena / Geometría de la imagen; La relación figura-fondo; Fotografía y hábitos motrices; Espacio, tiempo y fotografía. Los dos talantes fotográficos. 'Momento decisivo' vs. 'Espacio decisivo'; La distinción entre situación y escena. La construcción de la imagen individual; Revisión, selección, ordenación. La construcción de un discurso con imágenes; Los contextos de las imágenes. | ler + Manolo Laguillo (ES) | 08 | C | |
| ler + Captação de Imagem Captação de Imagem Apoios: Bowens; Foba; Sinar; Metz | ler + Ivo Guimarães (PT) | 16 | M | |
| ler + Experiência do Processo Criativo Experiência do Processo Criativo En un pasaje del libro de Robert M. Pirsig sobre el Zen y el mantenimiento de la motocicleta (1974), el discípulo pregunta a su maestro qué es necesario para pintar un cuadro perfecto .... ‘sé perfecto y actúa con naturalidad’ le contesta el maestro ... ...nosotros no queremos ser perfectos ni hacer fotografías perfectas, pero sí nos gustaría desarrollar nuestras potencialidades creativas, únicas y originales, y materializarlas en forma de proyectos maduros y consistentes que lleguen a ser publicados con toda su fuerza comunicativa. El proceso creativo está íntimamente vinculado con la respiración. Podríamos pensar en la idea de una respiración creativa y decir al formando de Pirsig que se preocupe en respirar profunda y fluidamente y que actúe con naturalidad, y lo demás llegará por añadidura. Quizás sea eso. Aunque también podríamos explorar otras cuestiones contenidas en una gran pregunta que nos atañe a quienes queremos recorrer este incierto pero maravilloso camino de la creatividad: ¿qué hace falta para ser autor? En este taller iremos en busca de esa y otras preguntas e intentaremos formularlas lo mejor posible. Puede que encontremos alguna respuesta, quizás nos topemos con otras inquietantes e interesantes preguntas,... y vislumbremos una larga senda por recorrer. Se propone también un recorrido por las diferentes fases de un modelo de proceso creativo, las posibles trampas a lo largo del mismo, y algunas ideas para identificar los obstáculos e incluirlos como parte del proceso en orden a convertirlos en oportunidades de desarrollo. El taller incluye el visionado y análisis de portafolios de los formandos, y la explicación sobre la gestación, desarrollo y edición de los proyectos más significativos. | ler + Óscar Molina (ES) Óscar Molina Pérez Madrid, 1962 Fotógrafo e professor. Comienza su actividad como fotógrafo en los años 80 y realiza estudios de música, vídeo, diseño gráfico y fotografía. Trabaja para varias empresas como fotógrafo y realizador de vídeo. Desarrolla sus primeros proyectos en la década de los 90, entre los que se destacan su serie objetos, el proyecto abierto caja de acuarelas, fotografías de un diario o silencio abierto; estos trabajos se han expuesto en numerosas ocasiones en España, y en el extranjero. Ha publicado libros monográficos dedicados a sus proyectos; se destacan el fondo, el monográfico Photovision n.º 31 dedicado al proyecto Photolatente o Fotografías de un diario dedicado al proyecto del mismo nombre. También ha publicado textos sobre la práctica de la fotografía entre los que destacan Para qué fotografiar, entre la intención, el azar y la resonancia o Photolatente, tres historias y un proyecto. Sobre su obra han escrito algunos de los más importantes críticos y autores actuales como son Enric Mira, Jean Arrouye, Joan Fontcuberta, Fabien Fauré, Álvaro de los Ángeles, Eduardo Momeñe, Rosa Olivares o Natacha Pugnet, entre otros muchos. Su obra se encuentra en importantes colecciones públicas como la colección Géneros y tendencias del siglo XXI, colección del IVAN, fondos de fotografía del ARTIUM, colección de Fotografía de la Comunidad de Madrid, obra en el Musée Gassendi, etc., y en numerosas colecciones privadas. Ha desarrollado una actividad docente como profesor de fotografía y vídeo desde finales de los años 90, trabajando en el proyecto comunitario TTAV impulsado por la Comunidad de Madrid y los Fondos Comunitarios para el Desarrollo de las Nuevas Tecnologías. Desde hace 11 años ha impartido el taller sobre fotografía y creatividad titulado Detrás de la Cámara, en fundaciones, centros de arte, museos, escuelas y universidades. Desde el año 1992 organiza y coordina cursos especializados con fotógrafos de prestigio internacional en la convocatoria anual de los Talleres en Cabo de Gata. Entre sus proyectos más recientes se encuentra Photolatente, Petite histoire du temps y Ammonites, así como el proyecto de taller-encuentro Ser espectador en Haute-Provence y varios libros aun no editados dedicados a la práctica de su actividad docente y fotográfica durante veinte años. Actualmente vive y trabaja entre las ciudades de Almería y Madrid. www.oscarmolina.com | 16 | E | |
| ler + Laboratório Fotográfico Analógico I Laboratório Fotográfico Analógico I Apoios: Escola Artística de Soares dos Reis; Jobo | ler + António Cabeço (PT) António José Ramos Cabeço Figueira da Foz, 1962 Fotógrafo e formador de fotografia. Licenciado em Fotografia pela Árvore/Cooperativa de Ensino Superior Artístico, Porto (1989). Leciona fotografia na Alquimia da Cor (Porto), na EPA/Escola Profissional de Arqueologia (Marco de Canaveses), entre outras instituições de ensino e formação. Foi professor convidado na Universidade Portucalense. Integrou uma equipa do Arquivo Nacional de Fotografia para o levantamento fotográfico do espólio a integrar a representação portuguesa na Europália. Responsável pela produção fotográfica e divulgação do Festival de Cinema dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Patrocinado pelo Governo Civil de Coimbra, coproduziu o livro Degraus do Mondego. Foi responsável pela produção fotográfica, gráfica e videográfica do projeto de divulgação Reviver Tongobriga e pelo inventário fotográfico do espólio arqueológico móvel do Monumento Nacional de São João de Tarouca. Colaborou na equipa de instalação do Museu de Serpa Pinto, Câmara Municipal de Cinfães. Tem colaborado com instituições públicas, privadas e religiosas, na área de registo de património de obras de arte, bens móveis e imóveis e objetos arqueológicos. Publicou diversos artigos na imprensa e em revistas especializadas. Participou em exposições individuais e coletivas estando representado em várias coleções particulares. | 16 | E | |
| ler + Programação PostScript & PDF Programação PostScript & PDF Apoio: Adobe | ler + Marc Antoni (ES) Marc Antoni Malagarriga i Picas L’Ametlla de Merola (Barcelona), 1959 Artista e programador intermédia. Estudou Procedimentos Pictóricos e Técnicas Murais na Escola Massana de Barcelona. Especializou-se no desenvolvimento de software gráfico e documental, no âmbito da linguagem PostScript, do formato PDF e da Internet. Dedica-se igualmente a criar software inédito para a indústria gráfica e projetos de âmbito académico, em áreas como: imagem digital, cor e tramas de reprodução, gráficos vetoriais ou texto e tipografia (desde 1988). Cofundador da FemFum.com (2000), empresa de criação e desenvolvimento de software, onde tem abertos diversos projetos de free software (GNU) em portais de referência como SourceForge.net, trabalhando intimamente en filosofia CloudComputing. Colabora intermitentemente, como professor convidado, com a Fundació Indústries Gràfiques e o Departamento de Design e Imagem da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (desde 2005). Desenvolve projetos artísticos para o espaço urbano, em temas relacionados com caligramas tipográficos, fototipografia e murais dinâmicos de imagem e poesia visual. Membro e consultor da Adobe Developers Association, EUA (desde 1992). www.femfum.com | 08 | E | |
| ler + Processos Fotográficos Alternativos Procesos Fotográficos Alternativos El taller propone abordar las diferentes etapas del tiraje de fotografías con procesos alternativos. Ante la diversidad de técnicas y con el fin de dar una visión lo más completa posible de las emulsiones fotográficas, se realizará un estudio histórico y técnico de algunos de los procesos históricos y alternativos como: platinotipia (ennegrecimiento directo), platinotipia (por revelado), carbón, papel salado, papel albúmina, cianotipia y virado, goma bicromatada, entre otros. Visionado de copias fotografías realizadas con procesos históricos, tirajes contemporáneos realizados a partir de encargos comerciales. Parte práctica: proceso de obtención de un tiraje fotográfico. El taller se estructura siguiendo el criterio de, definición de la base fotosensibles del sistema y de los valores de referencia para el procedimiento; a continuación se trata el desarrollo metodológico del mismo: soportes y sus tratamientos de preparación; tratamientos de foto-sensibilización; insolación del soportes sensibles (formación de la imagen; criterios de control visual); procesado y terminado (montaje) | ler + Carlos Barrantes (ES) | 08 | E | |
| ler + Criatividade e Fotografia Criatividade e Fotografia ‘Javier Vallhonrat pertence à categoria dos fotógrafos que fizeram da sua obra uma permanente revisão do caráter e do significado do meio em que se desenvolve. Vallhonrat mantém nas suas imagens um diálogo plural com outras linguagens da criatividade contemporânea, sem ignorar o rigor formal e a criação inequivocamente estética.’ Santiago Olmo (Madrid, 2002) ‘Javier Vallhonrat desarrolla su trabajo en un dinamismo antirrealista, comparable por otro lado con el de Fontcuberta, aunque se distinga radicalmente de él en razón de sus referencias y posiciones intelectuales. (…) El antirrealismo de Vallhonrat nos és solo unprograma articulado de forma minuciosa sino también una consecuencia empírica de su aproximación de la fotografía desde una posición artística y escultural.’ Jorge Ribalta (Barcelona) | ler + Javier Vallhonrat (ES) Javier Vallhonrat Guezzi Madrid, 1953 Fotógrafo e professor. Licenciado em Belas-Artes pela Universidade Complutense de Madrid (1984). Estudou Artes na Real Academia de Belas-Artes de San Fernando, Madrid (1973–79). Atualmente estuda Psicologia na Universidade Pontífica Comillas de Madrid. Autor de presença relevante no meio artístico, a sua obra é conhecida por constantes indagações interdisciplinares. Desde 1981 que combina a sua atividade artística com a docência, tendo sido professor convidado nos Rencontres d’Arles de Photographie (1989), na Faculdade de Belas-Artes de Cuenca (1997) e no Ryerson Institute, Toronto, Canadá (1992). Colaborou com inúmeras publicações internacionais, tais com: Lei, New York Times Magazine, Vanity Fair, View and Colors, Vogue British, Vogue China, Vogue France, Vogue Germany, Vogue Italy e Vogue Japan. Entre as diversas campanhas publicitárias que participou destacam-se: Ayura, Azzaro, Cacharel, Carte Noire, Cerruti 1881, Chloe, Chopard, Christian Lacroix, Comme des Garçons, Garnier, Gianfranco Ferre, Guerlain, Jesus del Pozo, Jil Sander, John Galliano, Krizia, Lancôme, Martine Sitbon, Moet et Chandon, Nichole Farhi, Rochas, Shiseido, Swarovski, Sybilla e Versace. Entre as diversas exposições individuais e coletivas (desde 1983), destacam-se: Taidemuseo de Porin na Finlândia, Abadía de Montmajour, Fundación Cartier, Centre National de la Photographie e Musée d’Art Moderne, em França, Museo Santa Mónica e Fundación La Caixa em Barcelona; Fundación Telefónica, Canal de Isabel II e Museo Reina Sofía em Madrid, Philadelphia Museum of Art, EUA, e Palacio de la Triennale em Milão. Recebeu diversos prémios entre os quais o Prémio Nacional de Fotografia do Ministério da Cultura, Madrid (1995) e o Silver Award da New York Times Magazine, EUA. http://www.javiervallhonrat.com/ | 16 | E | |
| ler + Técnicas Avançadas em Fotografia Digital Técnicas Avançadas em Fotografia Digital Apoios: Adobe; Canon | ler + Ivo Guimarães (PT) | 16 | M | |
| ler + Gestão da Cor Gestão da Cor Apoios: Adobe; Colormunki; Servisoft | ler + Jorge Serra (PT) Jorge Paulo da Silva Serra Porto, 1970 Designer e formador. Doutorando em Belas-Artes (Design) na Faculdade de Belas-Artes San Carlos da Universidade Politécnica de Valencia (desde 2006). Diploma de Especialista Universitário e Suficiência Investigadora pela Faculdade de Belas-Artes San Carlos da Universidade Politécnica de Valencia (2009). Master em Design e Produção Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (2005). Pós-graduado em Colorimetria pela Universidade Lusíada, Porto (1999). Licenciado em Design de Comunicação pela ESAD Matosinhos (1998). Colaborou como arte-finalista e pré-impressor (especialista em retoque e tratamento digital de imagem e cor) na Marca Artes Gráficas, no ateliê Antero Ferreira Design e na Alquimia da Cor, Porto. Lecionou no Curso Superior de Sistemas Multimédia do ISLA (Gaia) e em diversas escolas profissionais. Atualmente trabalha como designer e produtor gráfico freelancer, e formador (Certificado de Formação Pedagógica Inicial de Formadores) na Alquimia da Cor (desde 1995). | 08 | M | |
| ler + Fotografia. Habitar uma linguagem criativa Fotografia. Habitar uma linguagem criativa Nesta unidade curricular será desenvolvido o conceito de 'processo' e o entendimento das múltiplas dimensões envolvidas na elaboração de projetos criativos e documentais em fotografia. Serão abordadas, de um ponto de vista pragmático baseado numa experiência pessoal continuada, as várias fases de um processo criativo desde a elaboração de projetos, captura da imagem fotográfica, seleção e edição de fotografias, publicação de trabalhos em diversos suportes, até às estratégias de desenvolvimento e reinterpretação de um arquivo fotográfico. | ler + Duarte Belo (PT) Duarte Belo Lisboa, 1968 Fotógrafo e arquiteto. Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (1991). Paralelamente à atividade incial em arquitetura, desenvolve projetos em fotografia. Expõe individualmente desde 1989, tendo já participado em numerosas exposições indivuduais. Está representado em diversas coleções públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro. Já desenvolveu atividade de docência e participa regularmente em conferências, seminários e mesas redondas. Da vasta obra publicada são de destacar os títulos: Portugal, o sabor da terra em 14 volumes (1997); Orlando Ribeiro, seguido de uma viagem breve à Serra da Estrela (1999); Ruy Belo, coisas de Silêncio (2000); O vento sobre a Terra, apontamentos de viagens e À superfície do tempo, viagem à Amazónia (2002); Território em espera (2005); Portugal Património em 12 volumes (2007–8); Fogo frio, o vulcão dos Capelinhos (2008); Comboios de livros e Cidade do mais antigo nome (2009). Desenvolve atualmente o projeto Horizonte Portugal (www.horizonteportugal.org) que visa disponibilizar na Internet um levantamento fotográfico exaustivo do espaço português. www.duartebelo.com | 08 | E | |
| ler + Laboratório Fotográfico Digital I Laboratório Fotográfico Digital I Apoios: Canon; Epson; Hahnemuhle | ler + Rubén Tortosa (ES); Hugo Morais (PT) Rubén Tortosa Cuesta Moixent (Valencia),1964 Artista intermédia e professor. Doctor en Bellas-Artes por la Universidad Politécnica de Valencia (2004). Profesor del Departamento de Dibujo de la Facultad de Bellas Artes San Carlos de la Universidad Politécnica de Valencia. Desde 1987 comienza a trabajar con tecnologías digitales y a tomar un compromiso decidido sobre su aplicación en la creación artística, desarrollando una intensa actividad artística e investigadora. Gran parte de su producción incide en la Gráfica Digital mediante sistemas de impresión ink-jet y procesos de transferencia. Su obra ha sido exhibida en exposiciones nacionales e internacionales en España, Alemania, Bélgica, Brasil, Dinamarca, Escocia, Francia, Italia, Japón, México, USA. Imparte, asimismo, seminarios y talleres en otras facultades e instituciones, entendiendo que la actividad teórica, docente y divulgadora es necesaria para realizar una labor consecuente que legitime la utilización de la tecnología en la creación artística. Es miembro cofundador del grupo Artefactes, investigando sobre la interfaz y las instalaciones interactivas, en el que ha desarrollado una parte de software artístico y un interfaz/data glow, denominado GEST (Gestor Sistema Tutorial). Los resultados de estas investigaciones se han visto en exposiciones y certámenes internacionales de arte electrónico: como ArtFutura, Barcelona; Ciberart, Bilbao; Fournos Centre for the Digital Culture, Atenas, Grecia; Gran Canaria Espacio Digital, Cabildo de Gran Canaria, Las Palmas; ESAD, Oporto, Portugal. Desde su experiencia a lo largo de estos años y la investigación sobre sistemas de impresión y transferencia aplicados a la creación artística, ha colaborado en proyectos de investigación multidisciplinar que incluye restauradores, biólogos, informáticos, técnicos y el departamento de HP de I+D+I, EPSON y CANON. www.setespaidart.com imagendigitalizada0910.blogspot.com | 16 | D; E | |
| ler + Produção de Vídeo com HDSLR Produção de Vídeo com HDSLR Apoios: Canon; Nikon | ler + Sérgio Barbosa (PT) Sérgio Alexandre Valente Barbosa Santa Maria da Feira, 1986 Fotógrafo e produtor audiovisual. Finalista do curso em Tecnologia da Comunicação Audiovisual pelo Instituto Politécnico do Porto (2011–12). Formação em Realização de Cinema Digital (pela New York Film Academy, Porto, 2006), em Escrita Criativa (orientada pelo escritor Mário Cláudio) e em Escrita de Humor (por Produções Fictícias, Lisboa). Trabalha atualmente como produtor audiovisual independente e fotógrafo com laboratório e estúdio próprio. www.feirafilme.com/inmotion/inmotion.html | 08 | E | |
| ler + Gestão e Otimização de Conteúdos para a Web Gestão e Otimização de Conteúdos para a Web A Web emergiu como um equivalente virtual ao mundo físico, permitindo a artistas, designers e fotógrafos contextualizar as suas ideias em ambientes mais flexíveis e abrangentes. Esta unidade curricular terá como objetivo a apresentação de métodos e técnicas de expressão, criação e produção de conteúdos digitais, incluindo trabalho conceptual ou experimental até à criação de galerias online e portefólios digitais de trabalho já existente. Explorar-se-ão ferramentas como portais especializados, redes sociais e tecnologias de suporte à produção: HTML, Flash, Javascript. Serão ainda apresentados e discutidos casos de estudo sobre o tema. | Gonçalo Monteiro (PT) Marcos Paulo Teixeira de Oliveira Guimarães, 1977 Designer e produtor intermédia. Licenciado em Artes e Grafismo Multimédia pela Escola Superior Artística do Porto (2011). Formador no Master em Design e Produção Gráfica/Intermédia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (desde 2003). Colabora com a Alquimia da Cor (desde 2001) como formador, web designer/developer, administrador de sistemas e consultor em TIC. | 08 | E | |
SEMINÁRIOS I: EDIÇÃO E DIFUSÃO [56] | ||||
| ler + Bancos de Imagem e Direitos de Autor Banco de Imagem e Direitos de Autor Apoios: AIC; VMI/Corbis | ler + Inês Lobo (PT) Inês Lobo Pereira Porto, 1981 Gestora comercial. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e pela Ruprecht-Karls-Universität de Heidelberg, Alemanha (2004). Trabalha no AIC/Arquivo Internacional de Cor (desde 2005), um dos primeiros bancos de imagens e um dos mais importantes a operar no mercado português, e na VMI (representante da Corbis em Portugal, um dos arquivos mais vastos de imagens, empresa do universo de Bill Gates), onde exerce atualmente as funções de sales manager, sendo responsável pela gestão de clientes, nomeadamente key accounts, supervisão do Departamento Comercial da empresa, licenciamento de direitos de autor inerentes à fotografia, new business, organização de eventos e workshops, parcerias, etc. www.aic.pt | 08 | E | |
| ler + Publicação Fotográfica Publicação Fotográfica La fisicidad de la fotografía: proporciones, formatos, tamaños; Los espacios de la fotografía: página, vitrina, pared; De lo horizontal (observador único) a lo vertical (múltiples observadores;) Las tecnologías reproductivas; Las formas de difusión de la fotografía. Sus diferentes velocidades, costes y niveles de eficacia; Publicación y feedback; Case study: 4 ejemplos de libro de fotografía de arquitectura. | ler + Manolo Laguillo (ES) | 08 | C | |
| ler + Photobooks e Livros de Artista Photobooks e Livros de Artista Apoio: Dreambooks | ler + Martin Parr (UK) Martin Parr Epsom (Surrey, UK), 1952 Fotógrafo, coleccionador, comissário e editor. When he was a boy, his budding interest in the medium of photography was encouraged by his grandfather George Parr, himself a keen amateur photographer.He studied photography at Manchester Polytechnic, from 1970 to 1973.Since that time, he has worked on numerous photographic projects. He has developed an international reputation for his innovative imagery, his oblique approach to social documentary, and his input to photographic culture within the UK and abroad.In 1994 he became a full member of Magnum Photographic Corporation.In recent years, he has developed an interest in filmmaking, and has started to use his photography within different conventions, such as fashion and advertising. In 1999 he wons the first prize at Wilkens Photography Award (Bremen).In 2002 the Barbican Art Gallery and the National Media Museum initiated a large retrospective of Parr’s work (this show toured Europe for the next five years).He was appointed Professor of Photography in 2004 at The University of Wales Newport campus. He was Guest Artistic Director for Rencontres d'Arles in 2004.In 2006 he was awarded the Erich Salomon Prize and the resulting Assorted Cocktail show opens at Photokina.In 2008 he was guest curator at New York Photo Festival, curating the New Typologies exhibition.Parrworld opened at Haus de Kunst, Munich, in 2008. The show exhibited Parr’s own collection of objects, postcards, his personal photography collection of both British and International artists, photo books and finally his own photographs. The exhibition toured Europe for the following two years. At PhotoEspana, 2008, he wins the Baume et Mercier award in recognition of his professional career and contributions to contemporary photography.He curated the Brighton Photo Biennial that took place in October 2010. Coauthor (with Gerry Badger) of The Photobook: A History, 2 vols. (Phaidon Press, 2004/2006). ‘Martin Parr procede de un sistema solar diferente’. Henri-Cartier Bresson ‘Martin Parr es el emperador del mal gusto’. Vicki Goldberg ‘Martin Parr ama lo kitsch’. Gerry Badger www.martinparr.com | 08 | E | |
| ler + Conservação, Restauro e Arquivo de Fotografia Conservação, Restauro e Arquivo de Fotografia Apoios: Lupa; Luís Pavão | ler + Luís Pavão (PT) Luís Miguel Segurado Pavão Martins Lisboa, 1954 Fotógrafo, conservador e professor. Mestre em Belas-Artes (Fotografia) pelo RIT/Rochester Institute of Technology, EUA (1989). Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico (1981). Fotógrafo freelancer nos ramos da fotografia de arquitetura e da fotografia etnográfica, desenvolve trabalho pessoal nos campos da fotografia panorâmica e da impressão fotográfica por processos alternativos (desde 1979). Fundador e gerente da LUPA (Luís Pavão Ld.ª), empresa especializada em conservação e digitalização de coleções de fotografia (ativa desde 1982), tendo como principais clientes instituições públicas e privadas e Municípios em Portugal. Também desenvolve ações de formação na área da conservação e digitalização de coleções de fotografia. Professor no Instituto Politécnico de Tomar, onde leciona Tecnologia da Fotografia e Processos Fotográficos Alternativos (desde 2002). É conservador das coleções de fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa (desde 1991). Autor de vários livros entre os quais: Tabernas de Lisboa (1979), Fotografias de Lisboa à noite (1983), Conservação de coleções de fotografia (1997) e Lisboa em vésperas do terceiro milénio (2002). www.lupa.com.pt | 08 | M | |
| ler + Projecto Artístico e Instalação Intermédia Projeto Artístico e Instalação Intermédia Nesta unidade curricular serão introduzidos, descritos e exemplificados os conceitos de intermédia, meta-criação e composição algorítmica. Partindo da apresentação de projetos atuais, a unidade curricular relacionará o objeto técnico com a arte. A nível filosófico a unidade curricular discutirá os conceitos de instrumento, máquina e aparelho no contexto pós-industrial da atualidade, em que o desígnio do fotógrafo é introduzir nas imagens informação imprevista pelo aparelho fotográfico. | ler + André Rangel (PT) André Macedo Rangel Aveiro, 1971 Designer, artista intermédia e professor. Doutorando em Ciência e Tecnologia da Arte na Universidade Católica Portuguesa. Mestre em Artes Digitais (Multimédia) na Universidade Católica Portuguesa (2002). Licenciado em Design de Comunicação Visual pela Escola Superior de Artes e Design (1994). Professor convidado em diversas instituições, nomeadamente: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto,Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos, Escola Artística de Soares dos Reis (Porto) e Alquimia da Cor (Porto). Fundador e diretor artístico do projeto 3kta (2003). Fundador e codiretor dos projetos Tddy e Ula.li (2001). Autor e produtor de software personalizado e sistemas intermédia. Investigador no CITAR/Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes, Porto. Desenvolve projetos e eventos contemporâneos nas áreas da Arte e do Design Intermédia. A sua obra tem sido apresentada e exposta em inúmeros eventos nacionais e internacionais, nomeadamente: Alemanha, Brasil, Espanha, EUA, Holanda e Inglaterra. andrerangel.pt | 08 | M | |
| ler + Curadoria e Comissariado de Exposições Curadoria e Comissariado de Exposições Apoios: Galeria Ars Lucida(Guimarães); Galeria Serpente(Porto) | ler + Pep Benlloch (ES) Josep Benlloch Serrano Valencia, 1950 Curador e professor. Doctor en Bellas Artes por la Universidad Politécnica de Valencia (2004). Profesor Titular del Departamento de Comunicación Audiovisual, Documentación e Historia del Arte de la Universidad Politécnica de Valencia. Director del Master en Fotografía de la Universidad Politécnica de Valencia. Codirector del Programa de Doctorado en Fotografía y nuevos medios audiovisuales: de lo analógico a lo digital, de la Universidad Politécnica de Valencia. Codirector del Posgrado Diseño y Fotografía de la Escola ELISAVA/Universitat Pompeu Fabra, Barcelona. Director del laboratorio para el estudio de los materiales fotográficos contemporáneos (IDF/Instituto de Diseño y Fabricación, Valencia). Autor de textos diversos como: ‘Treinta años de fotografía en el Estado Español’, revista Espais, Girona (1999); Pictorialismo y vanguardias en Valencia, Consell Valencià de Cultura, Valencia (2006); ‘Coleccionar fotografía’, catálogo Ser condicional, UPV (2006); Documentos de una transformación, Fundación Telefónica (2007); Coleccionismo y mercado, a propósito de la exposición de fotografías de la colección de Antonio P. Martín, Caja Canarias (2008); ‘Archivos de la memoria’, catálogo Cartografías silenciadas de Ana Teresa Ortega, UPV (2010). Ha realizado ciclos de conferencias y seminarios (MUVIM, Valencia; Universidad Internacional Menéndez Pelayo. Santander; Universidad Politécnica de Valencia; Universitat Rovira Virgili, Tarragona). Director de la Galería Visor, especializada en fotografía, desde su fundación en 1982 hasta 2010. www.masterfotografia.es/es/organizacion | 08 | D | |
| ler + Eventos: Encontros, Prémios e Feiras Eventos: encontros, prémios e feiras Identificar os principais processos a ter em conta com a criação, a produção e a divulgação de um evento sobre fotografia, tendo em conta diferentes contextos expositivos e objetivos do mesmo. Desenvolver formas de raciocínio e reflexão, através do conhecimento progressivo de diversos métodos de produção e seus intervenientes. Dar a conhecer as componentes implícitas nas diferentes fases de produção (desde a pré-produção até à inauguração ou lançamento do evento), identificando questões pertinentes como: conceito de curadoria; público-alvo; tipologias de espaços; recursos materiais; sistemas de suporte e métodos de instalação; financiamentos, apoios e parcerias; empréstimos e seguros das obras; planos de divulgação e comunicação. Planear e gerir a produção fotográfica de acordo com objetivos traçados previamente exemplificando com os respetivos documentos que lhe servem de base. Aquisição de métodos e técnicas de trabalho, na área da produção e montagem, com abordagem às ferramentas audiovisuais e do recurso às tecnologias de informação e comunicação (TIC). Por último, serão apresentados alguns dos principais eventos de fotografia dos circuitos internacionais. | ler + Ângela Mendes Ferreira (PT) Ângela Mendes Ferreira Porto, 1975 Fotógrafa e artista visual. Doutoranda em Fotografia e Estudos Artísticos na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em cooperação com a Universidade do Minho. Mestra em Multimédia e Novas Tecnologias (Fotografia Digital) pela Utrecht School of Arts, Holanda (2006). Pós-graduada em Direção Artística pela Escola Superior Artística do Porto (2004). Licenciada em Direito pela Universidade do Minho (1998). Diretora do Curso de Artes Visuais (Fotografia) da Escola Superior Artística do Porto (entre 2005 e 2010) onde é também docente. Colaborou como docente de Fotografia e Estética de Arte na Faculdade de Comunicação e Imagem da Grande Fortaleza, Brasil. Responsável em coautoria pela direção dos Encontros da Imagem, Braga (desde 2004). Responsável artística do Festival de Fotografia MAIOCLARO, Porto (desde 2007); diretora artística da Galeria Pedro Remy, Braga. Expõe regularmente desde 2001. www.angelamferreira.me | 08 | M | |
SEMINÁRIOS II: FOTOGRAFIA APLICADA [24] | ||||
| ler + Fotografia de Arquitetura Fotografia de Arquitetura Apoio: Sinar | ler + Miguel Coelho (PT) Osvaldo Miguel Pereira Leopoldo Coelho Porto, 1977 Fotógrafo, arquiteto e professor. Master em Design e Produção Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona (2005). Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (2001). É profissional de fotografia (desde 2004) e, atualmente, o seu trabalho está representado pela agência Arcaid (Reino Unido). Desenvolve trabalhos de investigação e pesquisa na área da fotografia de arquitetura. É autor de vários textos sobre as questões da representação fotográfica da arquitetura, e publicou a obra O Porto da Escola, projeto fotográfico sobre a produção arquitetónica da Escola do Porto nos últimos 50 anos (2004). Professor de Fotografia de Arquitetura no Instituto Português de Fotografia, Porto. Dirigiu o curso Documentos 2009 (Palma de Maiorca) e orientou diversos workshops de fotografia de arquitetura (em Portugal e Espanha). Em 2005, criou ‘Miguel Coelho | fotografia de arquitetura’. Foi cofundador da agência 'clicarQ' (Espanha/Portugal, 2008). Coproprietário e diretor da galeria de fotografia Ars Lucida, Guimarães (2010). Colabora regularmente com diversas publicações nacionais e internacionais especializadas em arquitetura. http://miguelcoelho.com/ | 04 | M | |
| ler + Fotografia de Reportagem Fotografia de Reportagem Apoios: Metz; Tamron; Tamrac | ler + Leonel de Castro (PT) Leonel Fernando Moutinho de Castro Münster (Alemanha), 1973 Fotojornalista e professor. Licenciado em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo, atual Escola de Jornalismo do Porto (2000). Bacharelato em Fotografia na Escola Superior Artística do Porto (2000). Docente das disciplinas Fotojornalismo no Instituto Português de Fotografia, e Fotografia de Reportagem na Escola Superior Artística do Porto. Esteve ligado ao Jornal de Notícias até à criação da Agência Global Imagens (1996–2010), onde fotografa para as publicações: Diário de Notícias, Evasões, O Jogo, Jornal de Notícias, Notícias Magazine, Notícias Sábado, e Volta ao Mundo. Em simultâneo, colabora regularmente em publicações estrangeiras, como Libération, National Geographic, El País e Stern.Recebeu inúmeros prémios de fotografia e fotojornalismo, nomeadamente: Prémio de Fotojornalismo Estação-Imagem (2010), Prémio de Fotojornalismo Visão (2006, 2005, 2004 e 2003), Prémio de Fotojornalismo Fuji Portugal (2005 e 2004) Prémio Pacheco de Miranda (2004, 2003, 2002, 2000 e 1999). fotospress.blogspot.com/2010/02/covidado-do-mes-marco-leonel-de-castro.html | 04 | E | |
| ler + Fotografia de Retrato Fotografia de Retrato ‘Considero-me um fotógrafo que recusa o uso da manipulação digital da imagem e o meu processo de trabalho assenta fundamentalmente em investigação empírica. Há pois nas minhas fotografias um processo permanente de interpretar a minha visão da realidade, ficcionando-a, e uma predisposição natural para criar imagens misteriosas. No início de noventa, do século passado, passei a interessar-me pelo retrato como tentativa de síntese de estereótipos, o que comecei a captar em fotografias a preto e branco. Já nos finais da década iniciei um projeto “Nós e os Outros”, que pretendia mostrar formas alternativas da sociedade de consumo massificado. O que era reforçado pela seleção final que surge como uma “galeria de heróis”.’ | ler + Virgílio Ferreira (PT) Virgílio Ribeiro Ferreira Porto, 1970 Fotógrafo. Frequentou o Curso Avançado de Fotografia Cinematográfica na Escola Internacional de Cinema de Cuba, San Antonio de Los Baños, Habana (2005) e o Curso Superior de Fotografia na École des Arts e Metiers de l´Image 21, Paris (1994–95), e estudou na Escola Técnica de Fotografia do Porto (1991–92). Professor convidado em diversas instituições, tais como: Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto; Instituto Português de Fotografia; Alquimia da Cor. Foi selecionado para residências artísticas na Polónia, em Portugal, na Rússia e na China. Venceu a primeira edição do Prémio de Fotografia Internacional ‘Emergentes DST’, Braga (2010) e o Prémio de Fotografia ‘Novos Talentos FNAC’, Portugal (2005). Tem o seu trabalho publicado em vários livros, catálogos, webzines e photo-arts-blogs. Expõe regularmente, individual e coletivamente. Está representado em diversas coleções nacionais e estrangeiras. www.virgilioferreira.com | 04 | E | |
| ler + Fotografia de Moda Fotografia de Moda A Moda é um dos campos mais apetecíveis dos fotográfos profissionais. Implica conhecimentos profundos e meios tecnológicamente avançados, polivalentes e versáteis em termos fotográficos. Igualmente, e quase sempre, uma produção fotográfica envolve uma complexa equipa de técnicos e especialistas (agência de modelos, assistentes, cabeleireiro, decorador, esteticista, estilista, manequins/modelos, maquilhador, produtor de moda, técnico de luz, etc.) tornando estas produções uma espécie de antecâmara da produção cinematográfica, e portanto só ao alcance de fotógrafos experientes). Por outro lado, a Fotografia de Moda corresponde a uma área multifacetada de sub-especialidades como: Alta Costura, Calçado, Casa, Desporto, Homem e Mulher (unisexo), Moda Infantil, Sportswear, Streetswear e Têxtil. Assim, através do fotógrafo Frederico Martins teremos o testemunho pertinente deste paradigma estratégico de uma indústria portuguesa que tem vindo a afirmar-se paulatina e internacionalmente. Por outro lado, o seu trajeto reflete a visão de um fotógrafo jovem, emergente e promissor. | ler + Frederico Martins (PT) Frederico Pereira Martins Santa Maria da Feira, 1978 Fotógrafo. Estudou no Central Saint Martins College, Londres (2005). Licenciado em Engenharia das Ciências Agrárias pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (2002). Obteve o 1.º grau em Fotojornalismo pelo CENJOR, Lisboa (1999). Produtor do documentário Antípodas. Uma viagem a Shark Island e Teahupoo (2007). Co-produtor e co-realizador do documentário Uma vida a reciclar papel (2000). Recebeu diversos prémios e participou em exposições individuais e coletivas. Como fotógrafo profissional (desde 1999) tem colaborado para inúmeros projetos editoriais e revistas, tais como: Cosmopolitan, Elle, FHM, Máxima, Must, n*style e Vogue Italy. fredericomartins.net www.behance.net/fredericomartins | 04 | E | |
| ler + Fotografia de Publicidade Fotografia de Publicidade Apoio: Sinar | ler + Kenton Thatcher (UK) Kenton Thatcher Londres, 1967 Fotógrafo. Kenton trabalha em fotografia de publicidade e retratos, tendo já recebido vários e prestigiados prémios nestas áreas. As suas imagens têm percorrido o mundo em campanhas publicitárias internacionais. A carteira de clientes de Kenton Thatcher é testemunho da sua experiência: Água das Pedras, Elle, EMI, HSBC, Johnson & Johnson, Lipton Ice Tea, Marie Claire, Portugal Telecom, Siemens, Sony, Tag/Heuer, Universal Music. Vodafone e Wella. Kenton é membro de vários projetos internacionais, dos quais se destaca a campanha que a Tag/Heuer está a desenvolver com celebridades. www.kentonthatcher.com | 04 | E | |
| ler + Fotografia de Gastronomia Fotografia de Gastronomia Partindo de uma análise crítica da fotografia de gastronomia ao longo dos últimos trinta anos, esta unidade curricular procurará definir modelos e sintetizar as ligações que esta área mantém com a publicidade e a imprensa. Para além dos processso de produção (food-styling) e pós-produção, será dada especial atenção ao aspeto prático e suas especificidades e condicionantes. Serão ainda apontados caminhos possíveis para o desenvolvimento e aplicação da fotografia de gastronomia em novos suportes, quer no âmbito da publicidade, quer no aspeto da divulgação da própria gastronomia. | ler + Miguel Coelho (PT) | 04 | M | |
OPTATIVAS LIVRES [180] | ||||
| ler + Laboratório Fotográfico Analógico II Laboratório Fotográfico Analógico II Apoio: Sinar | ler + DDP (AdC) DDP (AdC) O Departamento de Design e Produção (DDP) da Alquimia da Cor, através do seu gestor de produção Hugo Morais, terá a responsabilidade de supervisionar as unidades curriculares não letivas do curso (optativas livres). Os formadores da AdC (tais como: António Cabeço, Gonçalo Monteiro, Ivo Guimarães, Jorge Serra, José Teixeira, Miguel Freitas, Sílvia Costa) poderão igualmente colaborar e participar nestas atividades desde que sejam atempadamente programadas e planificadas. | 48 | ||
| ler + Laboratório Fotográfico Digital II Laboratório Fotográfico Digital II Apoios: Epson; Jobo | ler + DDP (AdC) | 48 | ||
| ler + Práticas em Estúdio de Fotografia Práticas em Estúdio de Fotografia Espaço curricular não letivo (optativas livres) que decorrerá sob marcação prévia, em horário laboral e com supervisão de um formador do curso e/ou técnico do departamento. Este espaço funcionará como uma alternativa, livre e voluntária, para o formando dar continuidade ao desenvolvimento das atividades individuais e paralelas do curso, nomeadamente: projetos extracurriculares; projeto-portefólio; projeto-exposição. | ler + DDP (AdC) | 48 | ||
| ler + Sessões Expositivas e Mesas Redondas Sessões Expositivas e Mesas Redondas Espaço curricular não letivo que decorrerá através de sessões abertas à curiosidade, ao diálogo e à confrontação de ideias, dúvidas e críticas. Conversas, mesas redondas, apresentações ou exposições comentadas, corresponderão aos modelos previstos com o intuito de lançar o mote para o debate e a análise de temas, portefólios, equipamentos e serviços, para os quais serão convidadas personalidades de reconhecida experiência ou mérito científico na área da Fotografia. As sessões serão de acesso livre e voluntário (formandos e formadores) e decorrerão igualmente em horário pós-laboral (dias úteis) ou fins de semana (sábados), tanto nas instalações da AdC como em outros espaços (atempadamente anunciado). | ler + convidados Convidados Personalidades de reconhecida experiência ou mérito científico na área da Fotografia. | 36 | ||
EXPOSIÇÃO [16] | ||||
| ler + Exposição coletiva Exposição coletiva Apoios: Adobe; Epson; LFM Pro | ler + M. Magalhães (PT); ler + M. Laguillo (ES) | 16 | E; C | |
| Siglas: C (catedrático); D (doutor); M (mestre); E (especialista). | ||||
LOCAL DA DOCÊNCIA
DFE | Departamento de Formação e EnsinoAdC | Alquimia da Cor — Produções Digitais, Ld.ª, Rua de Manuel Pinto de Azevedo, 65H, 4100-321 Porto, Portugal
DIREÇÃO
- Direção: Antero Ferreira; Jorge Martinho; Enric Tormo
- Coordenação: Ivo Guimarães
- Monitora: Rita Bastos
- Secretariado: Sandra Moreira
COMISSÃO CIENTÍFICA
- Manolo Laguillo (catedrático em Fotografia)
- Enric Tormo (catedrático em Design)
- Antero Ferreira (doutorado em Design)
- Ivo Guimarães (mestre em Fotografia)
- Miguel Coelho (mestre em Design Multimédia)
- Manuel Magalhães (licenciado em Arquitetura)
CORPO DOCENTE
35 especialistas com currículo académico, artístico e profissional de reconhecido mérito, oriundos de Portugal (21), Espanha (11), Inglaterra (2) e França (1), dos quais três catedráticos, seis doutores e sete mestres.IDIOMAS
Português e Castelhano (principais); Francês e Inglês (secundários).AVALIAÇÃO CURRICULAR
- As horas letivas são em regime presencial obrigatório (com folha de registo)
- A frequência mínima é de 75% da carga letiva
- A avaliação final é expressa numa escala quantitativa de 0 a 20
TRABALHOS, TUTORIAS E PROJETOS (PORTEFÓLIO E EXPOSIÇÃO)
- No início do curso será apresentado o Protocolo com as condições e obrigações curriculares relativas à realização do programa do curso
- As unidades curriculares cuja carga horária seja superior a 8 horas podem implicar a realização de trabalhos teóricos/práticos que estarão sujeitos a uma avaliação específica, incluindo os projetos curriculares obrigatórios (portefólio + exposição)
- Todos os materiais e consumíveis, tais como: dossiê pedagógico, apontamentos, químicos, películas, etc., necessários para a realização das unidades curriculares do programa do curso estão incluídos na propina do curso
- Todos os formandos poderão utilizar, ao longo do curso, o laboratório de fotografia e o estúdio de fotografia da AdC desde que seja para a realização de atividades curriculares não letivas (sujeito a agendamento prévio e ao regulamento interno)
- Todos os formandos terão acompanhamento tutorial e estão obrigados a realizar um portefólio específico do curso, cujo custo da produção está contemplado na propina
- Todos os formandos terão o seu trabalho exposto (1 a 3 fotografias) numa exposição coletiva a realizar-se após a conclusão do curso
- Todo o material inerente à exposição final está igualmente contemplado na propina, desde que o formato da fotografia a expor (incluindo a moldura) não exceda o formato 50 x 50 cm
- Estão previstos prémios para os três melhores projetos e a oferta do catálogo da exposição a todos os formandos
CERTIFICADO
O certificado de curso (Certificado de Formação Profissional Especializada) será emitido pela AdC, entidade formadora certificada pela DGERT (Processo n.º C743 de 25.03.2013) nas seguintes áreas de educação e formação: Audiovisuais e Produção dos Média; Design; Marketing e Publicidade; Ciências Informáticas.Para a obtenção do certificado é preciso ter obtido a frequência mínima (o limite de faltas, justificadas ou injustificadas, não pode exceder 25% da carga horária total) e avaliação final igual ou superior a 10 (numa escala de 0 a 20 valores).
Serão emitidas declarações de frequência a todos os formandos que tenham a frequência mínima e a propina integralmente liquidada.
A certificação da AdC é um investimento curricular seguro na medida que valoriza as qualidades humanas e profissionais do formando num mercado global cada vez mais exigente. Por outro lado, de acordo com o Processo de Bolonha e nos termos da Legislação Portuguesa, nomeadamente da alínea c), da alteração do n.º 1 do artigo 45.º no Decreto-Lei n.º 107/2008 (25 de Junho) ao Decreto-Lei n.º 74/2006 (24 de Março), a formação da AdC é válida para a obtenção de créditos ECTS (European Credit Transfer System) junto de instituições de Ensino Superior.
RECURSOS
Acesso WiFi em toda a escola; área de cafetaria; centro de estudos; biblioteca; mediateca; tipoteca; oficina de tipografia; laboratório de fotografia(analógico e digital); estúdio de fotografia e vídeo; laboratório de audiovisuais; secção de impressão digital; secção de encadernação e acabamentos.O acesso está disponível apenas para os formandos do curso e está sujeito a agendamento prévio e ao regulamento interno.
Nota: não estão incluídos consumíveis, impressões e fotocópias (consultar responsáveis pelos departamentos).








